Caio F.
Sem pretensão alguma e com todas as intenções do mundo, este é um Funil Poético particular.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Um semblante altista de quem constrói sozinho sonhos.
Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei.
Você é perua? A pergunta interrompeu minha frescura e um pouco de nojo e eu respondi, orgulhosa dos cravos dele: claro que não.
Ele me pediu desculpas e eu quis socar o nariz dele.
Concordamos que o vício pela paixão era estúpido e que conviver solitariamente com nosso umbigo era desumano.
O carinho dele partia do meu antebraço para as mãos, como se escorresse do meu coração e não mais o enchesse.
Ele saiu do carro envolto numa atmosfera de cervejas e fumaças já digeridas e outros tantos desejos que não iríamos mais digerir.
Sempre que meu cabelo fica cheirando comida bochecho com shampoo e saio pra vida. Não existe perfeição, mas vale a pena tentar o equilíbrio.
Tati Bernardi
domingo, 14 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Fico na minha, me fortaleço e trato de viver cada dia melhor – nada irrita mais nossos inimigos.
Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade.
Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo. Isso é que libera a gente para ser feliz de novo.
Martha Medeiros
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